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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/3513

Título: Consumo de psicofármacos pelos alunos do ensino superior
Autor: Correia, Teresa
Nunes, Margarida
Marros, Suzana
Penas, Soraia
Issue Date: 2010
Editora: UTAD/CIDESD
Citação: Correia, Teresa; Nunes, M; Marros, S; Penas, S, (2010) - Consumo de psicofármacos pelos alunos do ensino superior. In Simpósio Internacional Promoção da Saúde e Actividade Fisica: Contributos para o Desenvolvimento Humano. Vila Real
Resumo: Objectivos: Identificar o consumo de algumas substâncias pelos alunos de um Instituto Politécnico do Norte. Metodologia: Foram inquiridos 352 alunos das quatro escolas do Instituto Politécnico de Bragança. A informação foi recolhida através de um questionário estruturado constituído por questões relativas a informação pessoal e familiar, comportamentos, estilos de vida, nomeadamente consumo de bebidas alcoólicos, tabaco e psicofármacos. A recolha de dados foi elaborada por alunas do curso de Farmácia no mês de Março de 2010 nas instalações de cada escola. Foi obtida autorização para aplicação do instrumento de colheita de dados e o consentimento informado dos estudantes. Depois de inserida e codificada a informação, os dados foram analisados com recurso ao programa SPSS®. Resultados: Dos alunos inquiridos, a maioria (58,8%) considera o seu estado de saúde bom, no entanto, uma percentagem menor classifica a condição física como razoável (48,3%). A qualidade de sono é boa para 46,6% destes estudantes. Da população em análise 16,2% admite ter uma doença com a seguinte distribuição: 6 % do tipo respiratório, 1,4% afirma ser de foro neurológica, 1,4 % dermatológica, 1,1% gastrointestinal e 0,9 % cardiovascular e musculo-esquelética. Da lista de medicamentos apresentada, os estudantes informaram um consumo de 11,9% de psicofármacos, notando-se a preferência pela valeriana (3,7%) e pelo alprazolam (2,6%). Outros psicofármacos consumidos pelos alunos são, o diazepam (1,4%), o tiapride (1,4%), duloxetina (0,6%) e a sertralina (0,3%), mirtazapina (0,3%), e clobazam (0,3%). Principais conclusões: O consumo de psicofármacos entre os jovens revela-se elevado tendo em conta a faixa etária da amostra. Apesar de estes medicamentos serem de receita médica obrigatória, nem sempre se verifica a prescrição e os consumidores nem sempre têm a noção dos efeitos secundários que estes comportam. È necessário repensar a metodologia de venda destes medicamentos de maneira a que não haja interacção com outras substâncias.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/3513
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