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Título: Hábitos alimentares, actividade física e estado nutricional em doentes com depressão
Autor: Gomes, Ana
Fernandes, António
Gomes, Ana Filipa
Capitão, Fátima
Coelho, Catarina
Ferreira, Luísa
Palavras-chave: Depressão
Alimentação
Actividade física
Issue Date: 2010
Editora: UTAD
Citação: Gomes, A., Fernandes, A., Oliveira, A., Capitão, F., Coelho, C. e Ferreira, L. (2010) - Hábitos alimentares, actividade física e estado nutricional em doentes com depressão. In Lopes, V. Rodrigues, V., Coelho, E. e Monteiro, M. (Coord.), Promoção da Saúde e Actividade Física: Contributos para o Desenvolvimento Humano, Vila Real: UTAD. p. 248-256. ISBN 978-972-669-969-9
Resumo: A depressão, humor e stress nos indivíduos influencia a quantidade e tipo de alimentos ingeridos, o que se reflecte no estado nutricional e pode agravar o quadro clínico depressivo. O objectivo do estudo era avaliar a relação entre depressão, ansiedade e stress, hábitos alimentares, actividade física e estado nutricional, numa amostra de 29 indivíduos de um Hospital Psiquiátrico Português. Usou-se um questionário contendo dados antropométricos, questionário de frequência alimentar, questionário de actividade física IPAQ versão 8 adaptado e escala EADS de 21 itens para avaliar as afectividades. Os indivíduos tinham IMC de 29 6 kg/m2. 72,4% dos indivíduos tinha ingestão calórica insuficiente e os restantes excessiva. 55,2% tinham actividade física moderada, 27,6% intensa e 17,2% ligeira. A correlação da ingesta alimentar com as afectividades demonstrou que: maiores níveis de stress e ansiedade relacionavam-se com menor ingesta de frutas; maiores níveis de ansiedade relacionavam-se com menor ingesta de tomate e de proteínas; maiores níveis de depressão relacionavam-se com menor ingesta de carnes brancas. Estes resultados poderão evidenciar que a ingestão inadequada de proteínas e frutos ricos em glícidos importantes para regular os níveis de serotonina possivelmente estarão a contribuir para o quadro de depressão e o menor consumo de carnes brancas ricas em lípidos monoinsaturados importantes no controlo de peso podem estar a contribuir para o aumento do IMC.
URI: http://hdl.handle.net/10198/2553
ISBN: 978-972-669-969-9
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