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Título: As dimensões e práticas de liderança dos professores alunos luso-brasileiros do ensino superior: um estudo comparativo
Autor: Ribeiro, Maria Isabel
Bento, António
Palavras-chave: Liderança
Práticas de liderança
Professores
Student Leadership Practices Inventory (SLPI)
Issue Date: 2010
Citação: Congresso Ibero-Brasileiro de Política e Administração da Educação. 1. Elvas, Cáceres e Mérida, 2010
Resumo: A liderança não é uma característica inata nem exclusiva de uma determinada cultura. Ela existe e desenvolve-se em todos os patamares sociais, em todas as culturas e até em todas as profissões. Contudo, as práticas e os comportamentos de liderança podem ter características específicas em determinadas culturas, profissões e mesmo países. Neste sentido, foi levado a efeito um estudo de investigação comparativo com o objectivo de avaliar o nível da frequência das práticas de liderança em alunos que frequentam o mestrado ou a pós-graduação na área das ciências da educação em dois países, Brasil e Portugal. Na investigação realizada foi seleccionada uma amostra não probabilística por conveniência constituída por 132 inquiridos, 79 dos quais naturais do Brasil e os restantes 53 naturais de Portugal. Na recolha de dados foi utilizado o Student Leadership Practices Inventory (SLPI), um instrumento desenvolvido por Kouzes e Posner (1988) que avalia as práticas de liderança e as classifica em cinco domínios: a) modelar o caminho; b) inspirar uma visão partilhada; c) desafiar o processo; d) habilitar os outros a agir; e, e) encorajar o coração. O questionário foi aplicado no Brasil em Julho de 2009 e em Portugal na 2ª quinzena de Janeiro de 2010. Em ambos os países o questionário foi administrado em contexto de sala de aula. Os resultados mostram que, independentemente do país de onde são naturais os inquiridos, as práticas de lideranças utilizadas são por ordem de frequência, “habilitar a agir” (Média=26,3; DP=2,31), “encorajar o vontade” (Média= 25,6; DP=2,71), “modelar o caminho” (Média=24,4; DP=2,72), “inspirar uma visão” (Média= 24,2; DP=2,97) e “desafiar o processo” (Média=24,0; DP=2,84), em todos os domínios a frequência das práticas de liderança é elevada com excepção, da prática “modelar o caminho”, que é moderada. Tendo em conta o país de origem dos inquiridos registaram-se diferenças estatisticamente significativas em todos os domínios das práticas de liderança, demonstrando-se que são os respondentes brasileiros que registam os melhores resultados. Isto significa que estes inquiridos utilizam com maior frequência as práticas de liderança em qualquer um dos cinco domínios. Por outro lado, provou-se existirem diferenças estatisticamente significativas nos domínios “desafiar o processo” e “habilitar a agir” entre as classes etárias. São os inquiridos com idade igual ou superior a 36 anos que mais usam estas práticas. Por fim, verificou-se que a prática de liderança “desafiar o processo” é mais utilizada pelos inquiridos com mais tempo de serviço (≥ 20 anos).
URI: http://hdl.handle.net/10198/2278
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