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Título: Stress, IMC escolha de alimentos: que relações?
Autor: Vieira, Silvana
Gomes, Ana Filipa
Neto, Inês
Leandro, Luís
Pereira, Anabela
Ribeiro, Maria Isabel
Palavras-chave: Stresse
IMC
Escolha alimentar
Issue Date: 2009
Citação: Vieira, Silvana; Gomes, Ana; Neto, Inês; Leandro, Luís; Pereira, Anabela; Ribeiro, Maria Isabel (2009) - Stress, IMC escolha de alimentos: que relações? In VIII Congresso de Nutrição e Alimentação. Porto
Resumo: Introdução: A escolha alimentar é influenciada por vários factores que se inter-relacionam. O Índice de Massa Corporal (IMC) resulta da relação entre o peso e a altura. A classificação do IMC utilizada neste trabalho de investigaçãopermitiu classificar o IMC da população adulta em 5 níveis, designadamente, baixo peso, normapeso, excesso de peso e obesidade do tipo I, e II. Os factores indutores de stress, obtidos através da análise factorial, foram as dificuldades de adaptação: a novos sistemas de avaliação, a novas pedagogias, a prazos e às relações com os professores. Objectivos: determinar o nível de stress e o IMC da população estudantil do IPB, verificando se existe relação entre a escolha de alimentos e o nível de stress/IMC. Pretendeu-se ainda averiguar se existiam correlações entre o IMC e o nível de Stress. Por fim, comparou-se o nível de Stress e o IMC entre o género e entre as cinco escolas que estão integradas no IPB. Metodologia: estudo do tipo seccional quantitativo em que a operacionalização da variável “escolha de alimentos” efectuou-se pela exposição de quatro alimentos, em copos de plástico, aos participantes. Os alimentos foram, uvas, chocolates de marca SCHOGETTEN, batatas de marca CHEETOS e amendoins com casca. Os chocolates e os CHEETOS formavam as opções alimentares menos saudáveis enquanto que as uvas e os amendoins representavam as mais saudáveis. O IMC foi obtido pela aplicação da fórmula: IMC = P/A2. A variável stress resultou da agregação de 24 variáveis em cinco factores obtidos através da aplicação de um questionário adaptado. Posteriormente, estes factores permitiram classificar o nível de stress em 3 níveis, nomeadamente, elevado, moderado e baixo. Resultados: A amostra constituída por 425 elementos registou uma média de idade de 21,69 anos, um peso médio de 64,55 Kg e uma altura média de 1,66 metros. A análise factorial apresentou um KMO = 0,875 e o teste de esfericidade de Bartlett foi significativo ao nível de confiança de 95%, indicadores que provam a validade dos resultados. Discussão e Conclusão: Os resultados demonstraram que os alunos com baixo peso apresentaram um nível de stress elevado e escolheram, principalmente, chocolate; os alunos com normopeso registaram na sua maioria um nível de stress moderado. Por outro lado, observou-se que os alunos obesos do tipo II revelaram ter um nível de stress elevado e a escolha do alimento incidiu no chocolate. Por fim, verificou-se existirem diferenças estatisticamente significativas entre as escolas do IPB, assim como entre o género quanto ao nível de stress. Os inquiridos do sexo feminino tinham um nível de stress mais elevado. A limitação detectada no decorrer do estudo esteve relacionada com a presença dos investigadores o que na opinião destes induziu a uma escolha de alimentos diferente.
URI: http://hdl.handle.net/10198/2235
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