Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10198/16912
Título: Modelação matemática de epidemias
Autor: Araújo, Ana
Balsa, Carlos
Almeida, João Paulo
Palavras-chave: Epidemia
Modelos determinísticos
Modelos estocásticos
Data: 2016
Editora: Instituto Politécnico de Bragança
Citação: Araújo, Ana; Balsa, Carlos; Almeida, João Paulo (2016) - Modelação matemática de epidemias. In III Encontro de Jovens Investigadores do Instituto Politécnico de Bragança, Livro de resumos. Bragança
Resumo: Nestas últimas décadas algumas doenças como a varíola, o sarampo, a SARS (Síndrome Respiratória Aguda) e a gripe têm recebido muita atenção por parte dos investigadores por se tratar de problemas de saúde pública. Deste modo, é importante fazer a modelação da sua propagação com recurso a modelos determinísticos e estocásticos de modo a que se consiga prevenir um eventual surto. Neste trabalho faz-se uma sistematização dos principais modelos determinísticos existentes e faz-se a sua conversão em modelos estocásticos. Os modelos determinísticos estudados e implementados em casos de estudo foram os seguintes: SIS (Suscetíveis-Infetados-Suscetíveis), SIR (Suscetíveis- Infetados-Recuperados), SIRS (Suscetíveis-Infetados-Recuperados-Suscetíveis), SIQS (Suscetíveis-Infetados-Quarentena-Suscetíveis), SIQR (Suscetíveis-Infetados-Quarentena- Recuperados), MSEIRS (Imunes-Suscetíveis-Expostos-Infetados-Recuperados- -Suscetíveis), MSEIR (Imunes-Suscetíveis-Expostos-Infetados-Recuperados) e SEIR (Suscetíveis-Expostos-Infetados-Recuperados). Em alguns modelos introduziu-se parâmetros de prevenção (quarentena e a vacinação) e dinâmica populacional (natalidade e mortalidade). Concluiu-se que a introdução de uma taxa de vacinação e um compartimento de quarentena ajuda a diminuir o alcance de uma epidemia. Verifica-se também que a introdução da dinâmica populacional torna os modelos mais reais. Os modelos estocásticos foram aplicados para o estudo da propagação de uma epidemia numa sala de aula e para o estudo do contágio da Gripe pessoa a pessoa numa comunidade estudantil, como a da ESTiG. Concluiu-se que o aumento do número inicial de infetados não tem um efeito direto no número total de contagiados durante o surto, apenas altera o momento em que ocorre o pico do número de infetados em simultâneo. Já o número de contactos adequados por pessoa infetada tem um efeito determinante na propagação da gripe, bastando que este valor seja maior do que um para que haja um surto epidémico. Verifica-se também que a vacinação de parte da comunidade pode reduzir de forma significativa o número total de infetados.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/16912
ISBN: 978-972-745-208-8
Versão do Editor: http://hdl.handle.net/10198/10366
Aparece nas colecções:ESTiG - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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