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Título: Modelação estatística da evolução da epidemia da gripe: aplicação de modelos de duração
Autor: Costa, Sónia
Nunes, Alcina
Balsa, Carlos
Palavras-chave: Gripe
Epidemia
Modelação estatística de epidemias
Modelos de duração
Gripenet
Data: 2014
Editora: Instituto Politécnico de Bragança
Citação: Costa, Sónia; Nunes, Alcina; Balsa, Carlos (2014) - Modelação estatística da evolução da epidemia da gripe: aplicação de modelos de duração. In Livro de resumos do II Encontro de Jovens Investigadores do Instituto Politécnico de Bragança. Bragança
Resumo: Uma epidemia de gripe é um acontecimento preocupante que, ao propagar-se rapidamente, afeta milhões de pessoas em tudo o mundo colocando em risco a saúde humana. Assim, é importante conhecer a forma como poderá evoluir uma epidemia de gripe e os fatores que podem impulsionar a sua propagação, permitindo que a população, em geral, e as unidades de saúde, em particular, se possam acautelar e preparar. Neste sentido, este trabalho de investigação tem como objetivo acompanhar e analisar a evolução temporal de uma epidemia de gripe, em Portugal, identificando os seus potenciais picos anuais e potenciais fatores que fomentam a propagação do vírus. Para a prossecução do objetivo identificado foram aplicados modelos de duração não-paramétricos, que permitiram estimar os designados estimadores de Kaplan-Meier e Nelson-Aalen, a uma base de dados cross-section com informação anual relativa a um período consecutivo de oito anos (de 2005 a 2012). A base de dados foi fornecida pelo observatório Gripenet que monitoriza a evolução anual do fenómeno da gripe em Portugal, com o apoio de participantes voluntários. Os estimadores permitem calcular a probabilidade dos participantes contraírem gripe tendo em conta os seus comportamentos e as suas características individuais e clínicas Quando se subdivide a amostra tendo em conta as características dos participantes, observa-se que as mulheres têm uma probabilidade menor do que os homens de contrair o vírus nos primeiros dias. O facto de os participantes estarem em casa possui risco de contágio relativamente baixo com tendência para aumentar lentamente ao longo do tempo. Os participantes que andam a pé e utilizam os transportes públicos apresentam um risco de contração do vírus que aumenta muito lentamente com o tempo. Aqueles que fumam diariamente possuem uma probabilidade de contágio que aumenta rapidamente com o tempo, e os que vivem sozinhos têm um risco de contágio reduzido e que aumenta lentamente com o tempo. De forma a minimizar o impacto de uma epidemia é crucial que os planos de contingência sejam colocados em prática durante o período de não ocorrência.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/16838
ISBN: 978-972-745-179-1
Versão do Editor: https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/12021/3/2014%20EJI%20Livro%20de%20Resumos.pdf
Aparece nas colecções:ESTiG - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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