Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10198/16837
Título: Modelos epidemiológicos
Autor: Andrade, Ana Catarina
Nunes, Alcina
Balsa, Carlos
Palavras-chave: Epidemiologia
Modelos determinísticos e estocásticos
Doenças infetocontagiosas
Gripe
GRIPNET
Data: 2014
Editora: Instituto Politécnico de Bragança
Citação: Andrade, Ana Catarina; Nunes, Alcina; Balsa, Carlos (2014) - Modelos epidemiológicos. In Livro de resumos do II Encontro de Jovens Investigadores do Instituto Politécnico de Bragança. Bragança
Resumo: Sendo uma epidemia, um problema de saúde pública, é importante modelar a sua propagação de maneira a que se possa atuar sobre ela. Existem duas grandes classes de modelos epidemiológicos: os determinísticos e os estocásticos. Os modelos determinísticos utilizam equações diferenciais para descrever a evolução do número de infetados (I) e de suscetíveis (S) de serem infetados numa determinada população. O modelo predador-presa, também conhecido por Lotka-Volterra, pode ser considerado como o primeiro modelo epidemiológico determinístico. Estes modelos são genéricos, podendo ser utilizados para a modelação da propagação de qualquer doença infetocontagiosa. O ajuste do modelo à doença faz-se através dos valores dos parâmetros envolvidos. Neste trabalho faz-se um levantamento dos principais modelos determinísticos, como os modelos Suscetíveis-Infetados-Suscetíveis (SIS), Suscetíveis-Infetados-Recuperados (SIR) e Suscetíveis-Infetados-Recuperados-Suscetíveis (SIRS) [1], e procede-se à sua implementação computacional. Analisa-se o efeito da variação dos parâmetros envolvidos como por exemplo o número de contactos adequado, taxa de contágio, taxe de remoção e período de transmissão. Os resultados permitem compreender a evolução geral de uma epidemia em função de certos fatores determinantes. Finalmente, analisam-se os dados da gripe em Portugal entre Novembro de 2011 e Maio de 2012. Os resultados permitem observar quais são os picos da epidemia e os meses em que ocorrem assim como os grupos populacionais mais afetados. Analisa-se também se existe correlação entre o estilo de vida dos inquiridos e a contração do vírus da gripe. [1] Hethcote, H. (2000). The Mathematics of Infectious Diseases. SIAM Review, 42(4), 599-653.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/16837
ISBN: 978-972-745-179-1
Versão do Editor: https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/12021/3/2014%20EJI%20Livro%20de%20Resumos.pdf
Aparece nas colecções:ESTiG - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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