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Título: Caraterização e adesão à terapêutica farmacológica em diabéticos do Nordeste de Portugal
Autor: Pereira, Daniela
Saldanha, Daniela
Pires, Sandra
Pinto, Isabel C.
Pereira, Olívia R.
Palavras-chave: Diabetes mellitus
Adesão à terapêutica
Antidiabéticos orais
Insulina
Inibidores da dipeptidil peptidase IV (DPP-4)
Data: 2017
Editora: Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra
Citação: Pereira, Daniela; Saldanha, Daniela; Pires, Sandra; Pinto, Isabel C.;Pereira, Olivia R. (2017). Caraterização e adesão à terapêutica farmacológica em diabéticos do Nordeste de Portugal. In 4th Annual Meeting. Coimbra
Resumo: IA Diabetes mellitus é uma doença crónica com uma prevalência preocupante. A OMS indica que o número de indivíduos diabéticos quadruplicou entre 1980 e 2014 com valores de prevalência em adultos de 4,7% e 8,5% nesses anos, respetivamente. Objetivos: Determinar a prevalência de diferentes tipos de diabetes e a frequência do controlo glicémico, identificar mudanças nos hábitos de vida, caraterizar e determinar a adesão à terapêutica farmacológica. Materiais e Métodos: Foi desenvolvido um estudo descritivo-correlacional e transversal em 202 adultos diabéticos da região de Trás-os-Montes. A recolha de dados foi efetuada sob a forma de entrevista, através da aplicação de um questionário e da escala MAT (Medida de Adesão à Terapêutica) validada para a população portuguesa. Resultados: Dos 202 diabéticos, 73,8% apresentavam diabetes do tipo 2 enquanto 26,2% diabetes do tipo 1. 43,6% considera ter uma qualidade de vida “nem boa nem má” e 37,1% “boa” sendo que 52% responderam que teriam uma melhor qualidade de vida se não tivessem diabetes. Em relação ao controlo da doença, a maioria faz controlo glicémico diariamente (38,1%) e semanalmente (23,8%). Relativamente à mudança de estilos de vida, 89,6% dos participantes considera ser importante para controlar a diabetes, embora nem todos indiquem ter modificado hábitos de alimentação (60,4%) e de atividade física (33,7%) após o diagnóstico da doença. Os fármacos mais utilizados pelos diabéticos forma a metformina (46%) e a insulina (38%) tendo sido o uso de incretinomiméticos inibidores da Dipeptidil peptidase IV (DPP-4) mais baixo (13,9%). Deste novos fármacos, os mais usados foram associação de metformina com vildagliptina. Relativamente a este novo grupo de fármacos, 50% dos utilizadores indica que consegue controlar mais facilmente as glicémias, sendo que a maioria se encontra satisfeita com esta nova terapia. A prevalência de adesão à terapêutica farmacológica é elevada neste grupo de diabéticos (92,6%) tendo sido obtido um score de 5.67±0.49 (escala entre 1-6, em que médias menores que 5 pontos se consideram “não adesão”). Neste estudo, os fatores associados à adesão foram o género e a frequência do controlo glicémico. O género feminino é mais aderente e os diabéticos que controlam a glicémia pelo menos uma vez ao dia são mais aderentes que os que a controlam semanalmente. Discussão e Conclusões: Embora a adesão à terapêutica farmacológica e seja fundamental para o controlo da diabetes, a mudança de estilos de vida e o controlo da glicémia, são vistos pelos diabéticos como importantes fatores. Em conclusão, a majoria dos diabéticos adere à terapêutica farmacológica que consiste sobretudo em metformina e insulina.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/14458
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