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Título: Monitorização da condição fitossanitária do castanheiro por fotografia aérea obtida com aeronave não tripulada
Outros títulos: Chestnut health monitoring by aerial photographs obtained by unnamed aerial vehicle
Autor: Martins, Luís
Castro, João Paulo
Bento, Ricardo
Sousa, Joaquim
Palavras-chave: Cryphonectria parasitica
Phytophthora cinnamomi
Declínio do castanheiro
UAV eBee
Data: 2015
Editora: Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal
Citação: Martins, Luís; Castro, João Paulo; Bento, Ricardo; Sousa, Joaquim J. (2015) - Monitorização da condição fitossanitária do castanheiro por fotografia aérea obtida com aeronave não tripulada = Chestnut health monitoring by aerial photographs obtained by unnamed aerial vehicle. Revista de Ciências Agrárias. ISSN 0871-018X. 38:2, p. 184-190
Resumo: A doença da tinta (Phytophthora cinnamomi) e o cancro (Cryphonectria parasitica) são as doenças que causam mais danos ao castanheiro europeu (Castanea sativa). Decorridas duas décadas, após a introdução do cancro do castanheiro em Portugal, a hipovirulência começou a observar-se nalguns locais. A população dessas estirpes caracteriza-se pela baixa diversidade em termos de grupos de compatibilidade. Em Portugal muitas das sub-populações pertencem apenas ao grupo EU-11, que aparece somente nalguns locais em Itália. O sucesso dos tratamentos contra o cancro através da hipovirulência depende da forma como a população do fungo se estende na área que se pretende tratar. Neste estudo é apresentada uma alternativa para monitorizar a sanidade de castanhais, através da realização de voos aerofotogramétricos com veículo aéreo não tripulado. Para a monitorização da área tratada e também avaliar o declínio do castanheiro, realizaram-se voos aerofotogramétricos, que abrangem 231 ha. Para o voo foi usado o Veículo Aéreo Não Tripulado (UAV) eBee da Sensefly. Obtiveram-se fotografias aéreas policromadas e de infravermelho próximo (NIR), que foram comparadas com imagens de 2006. Verificou-se que apesar das novas plantações (11%), a área de coberto pelo castanheiro sofreu uma regressão, pois em 129 ha (56%) a condição dos soutos piorou. Grande parte do declínio deve-se aos agentes bióticos, o que pode ser comprovado com observações de campo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/12585
ISSN: 0871-018X
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