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Título: Suplementos dietéticos à base de Cochlospermum angolensis Welw.: atividade antimicrobiana e compostos fenólicos
Autor: Barros, Lillian
Pereira, Carla
Alves, Maria José
Pereira, Liliana
Santos-Buelga, Celestino
Ferreira, Isabel C.F.R.
Palavras-chave: Cochlospermum angolensis
Infusão/comprimido/xarope
Compostos fenólicos
Atividade antimicrobiana
Isolados clínicos
Data: 2015
Citação: Barros, Lillian; Pereira, Carla; Alves, Maria José; Pereira, Liliana; Santos-Buelga, Celestino; Ferreira, Isabel C.F.R. (2015) - Suplementos dietéticos à base de Cochlospermum angolensis Welw.: atividade antimicrobiana e compostos fenólicos. In VII Simpósio de Microbiologia Aplicada. São Paulo
Resumo: Cochlospermum angolensis Welw. (borututu) é uma árvore tropical pertencente à família das Cochlospermaceae e amplamente utilizada pelas suas propriedades medicinais, incluindo no tratamento da malária, da icterícia e de doenças hepáticas.1 Neste trabalho, foram caracterizados os compostos fenólicos presentes em três formulações (infusões, comprimidos e xarope) à base desta planta, utilizando cromatografia líquida de alta eficiência acoplada a detetores de díodos e de espetrometria de massa (HPLC-DAD-ESI/MS). Esses compostos foram relacionados com a atividade antimicrobiana das mesmas formulações contra isolados clínicos de bactérias multirresistentes (Escherichia coli, Escherichia coli produtora de β-lactamases de espectro estendido (ESBLs), Proteus mirabilis, Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA) e Pseudomonas aeruginosa). As infusões e os comprimidos revelaram uma maior variedade de compostos fenólicos, com onze moléculas identificadas. O ácido protocatéquico foi encontrado apenas nas infusões, sendo o composto maioritário, enquanto a (epi)galocatequina-O-galato e a eucaglobulina/globulusina foram as moléculas mais abundantes nos comprimidos e no xarope, respetivamente. O ácido elágico e derivados metilados, a eucaglobulina/globulusina B e a (epi)galocatequina-O-galato foram compostos comuns a todas as formulações. As infusões apresentaram propriedades antimicrobianas contra todas as bactérias testadas, com exceção de P. mirabilis, ao passo que os comprimidos apenas revelaram atividade em E. coli ESBLs e MRSA. O xarope não apresentou atividade antimicrobiana, o que está em concordância com o seu baixo teor de compostos fenólicos. Nenhuma das formulações estudadas demonstrou capacidade de inibir o crescimento de P. mirabilis. Atendendo aos resultados obtidos neste estudo, as infusões de C. angolensis podem ser consideradas uma fonte de compostos fenólicos com boas propriedades antimicrobianas.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/12287
Aparece nas colecções:CIMO - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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