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Título: Salvia elegans: uma fonte natural de compostos antioxidantes
Autor: Pereira, Olívia R.
Afonso, Andrea F.
Silva, Joana de A.
Batista, Ana Rita
Sobral, Abílio J. F. N.
Cardoso, Susana M.
Palavras-chave: Salvia elegans
Antioxidant compounds
Data: 2014
Editora: Sociedade Portuguesa de Química
Citação: Pereira, Olívia R.; Afonso, Andrea F.; Silva, Joana de A. ; Batista, Ana Rita; Sobral, Abílio J. F. N.; Cardoso, Susana M. (2014) - Salvia elegans: uma fonte natural de compostos antioxidantes. In XII Food Chemistry Meeting. Lisboa
Resumo: A espécie Salvia elegans é um arbusto que pertence ao género Salvia, família das Lamiaceae. Várias espécies do mesmo género têm vindo a ser cultivadas para uso na culinária e em medicina tradicional [1]. Devido ao seu cheiro característico, a S. elegans é vulgarmente conhecida por salva ananás e utilizada como condimento ou aromatizante em alimentos. No México esta espécie é popularmente conhecida como “mirto” e tem sido usada na medicina tradicional para tratar afeções do sistema nervoso central [2, 3]. Apesar disso, as suas propriedades biológicas não estão ainda estudadas. Neste trabalho pretende-se clarificar a capacidade antioxidante da espécie S. elegans, bem como proceder à identificação dos seus principais constituintes fenólicos, uma vez que vulgarmente estes compostos se encontram associados a esta propriedade [4]. Para tal, as partes aéreas da planta S. elegans foram extraídas com água quente [5] e o teor de compostos fenólicos totais no extrato foi determinado por uma adaptação do método colorimétrico de Folin-Ciocalteu [6]. A identificação dos compostos fenólicos foi efetuada por análise de cromatografia líquida de alta resolução (HPLC-DAD), acoplada à técnica de espectrometria de massa com ionização por electrospray (ESI-MSn), em modo negativo. Ainda, a capacidade antioxidante do extrato aquoso de S. elegans foi testada através dos testes de captação de radicais livres DPPH•, e do teste do poder redutor. De acordo com o método de Folin-Ciocalteu, os compostos fenólicos no extrato aquoso de S. elegans totalizam 201±46 μg EAG/ mg de extrato. O extrato é particularmente rico em ácido rosmarínico e contém ainda quantidades moderadas de outros derivados do ácido cafeico. Para além disto, o extrato de S. elegans possui uma boa capacidade antioxidante demonstrada pelos métodos de DPPH• e poder redutor. Os resultados obtidos neste estudo permitem sugerir que S. elegans possui grande potencial para ser aplicada como agente antioxidante. Futuramente, pretende-se esclarecer a contribuição individual dos principais constituintes fenólicos do extrato de S. elegans na atividade antioxidante do mesmo.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/11491
Versão do Editor: http://12eqa.eventos.chemistry.pt/inicio
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