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Título: Efeito de um coberto de leguminosas pratenses no estado nutricional de um olival e na produção de azeitona
Autor: Dimande, Paulo
Arrobas, Margarida
Ferreira, I.Q.
Freitas, Sara
Rodrigues, M.A.
Palavras-chave: Leguminosas pratenses
Cobertos vegetais
Olival
Estado nutricional
Produção de azeitona
Data: 2014
Editora: Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens
Citação: Dimande, Paulo; Arrobas, Margarida; Ferreira, I.Q.; Freitas, Sara; Rodrigues, M.A. (2014). Efeito de um coberto de leguminosas pratenses no estado nutricional de um olival e na produção de azeitona. In XXXV Reunião de Primavera / S.P.P.F. Santarém
Resumo: O solo dos pomares e vinhas é cada vez mais gerido com cobertos vegetais. Os cobertos vegetais protegem o solo da erosão e incrementam o sequestro de carbono no solo, com aumento favorável do teor de matéria orgânica. Se forem utilizados cobertos vegetais de leguminosas semeadas, para além do efeito reforçado do sequestro de carbono, devido à maior produção de biomassa, acresce o aumento da pool de azoto (N) orgânico com consequências muito positivas na fertilidade do solo. Neste trabalho apresentam-se resultados de um ensaio onde se comparou o efeito de um coberto vegetal de leguminosas semeadas (uma mistura de 11 espécies/cultivares de leguminosas anuais de ressementeira natural de ciclo curto a médio) com um coberto de vegetação natural sem fertilização (tal como o coberto de leguminosas semeadas) e outro coberto de vegetação natural em que se aplicaram 60 kg N ha-1 ano-1.O ensaio foi instalado em 2009 em Mirandela, NE Portugal, num olival jovem da cultivar Cobrançosa. No ano da instalação e no ano seguinte, a produção de azeitona não diferiu entre tratamentos. Nos dois anos seguintes a produção de azeitona foi significativamente superior nos talhões geridos com leguminosas semeadas e com um coberto vegetal natural fertilizado com N comparativamente com o talhão com vegetação natural não fertilizado. Na quinta e última colheita, em novembro de 2013 (4º ano de ensaio), as produções médias de azeitona foram 9,1, 15,4 e 23,7 kg arvore-1, respetivamente nos talhões vegetação natural sem N, vegetação natural com N e leguminosas semeadas. Todas as médias foram estatisticamente diferentes entre si. A concentração de N nas folhas em janeiro de 2014 foi de 17,5, 16,0 e 15,6 g kg-1 na sequência de tratamentos referida anteriormente. Estes resultados indicam a importância do aumento de disponibilidade de N no solo na performance produtiva das oliveiras e que os cobertos de leguminosas podem ter um efeito mais favorável que a aplicação de 60 kg N ha-1 ano-1.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/10669
Aparece nas colecções:CIMO - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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