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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A gestão do solo dos olivais efetuou-se durante décadas com
equipamentos de mobilização. A mobilização do solo permitia o
controlo da vegetação herbácea espontânea quando não existia
nenhuma outra forma de o fazer em larga escala. No presente, os
olivais são mobilizados com escarificadores ou grades de discos,
uma a duas vezes durante a primavera e por vezes também no
outono (Figura 1). Apesar de ser uma técnica ancestral “que
funciona”, as mobilizações, como forma de manter o solo,
começaram a ser questionadas à medida que se foi verificando que
contribuíam para acelerar o processo de erosão do solo e para a
rápida mineralização da matéria orgânica.
Acresce que as mobilizações efetuadas na primavera, próximas da
floração, causam um elevado stresse nas árvores em fases sensíveis
como a floração e o vingamento dos frutos, pela destruição do
sistema radicular. Os danos que as mobilizações provocam no
sistema radicular obrigam também as árvores a um grande dispêndio
de hidratos de carbono na sua reposição anual.
Descrição
Palavras-chave
Coberturas vegetais Olival
Contexto Educativo
Citação
Rodrigues, M.A. (2013). Introdução de leguminosas pratenses na gestão do solo em olivais de sequeiro. Trifolia. 4, p. 1-2
Editora
Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens
