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A fruição do silvestre: o caso do monte Morais

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Resumo(s)

A história da civilização está intimamente ligada à relação do Homem com o Silvestre, desde quando este espaço fornecia recursos em exclusivo, como a alimentação e o abrigo, até hoje em que lhe reconhecemos um valor patrimonial. Com as alterações globais, o Silvestre ganha importância na regulação ecológica do habitat, assim como também para o bem-estar físico e social do Homem. Nesta dissertação apresentam-se acontecimentos nacionais e internacionais, assim como personalidades e instituições que foram relevantes neste processo. Desde os anos 1940 do século passado, o Monte de Morais (Bragança) testemunhou algumas das ocorrências mais importantes do nosso relacionamento com o espaço silvestre, primeiro com a sua submissão pelo Estado ao Regime Florestal, mais tarde com a sua inclusão na rede Natura 2000, e hoje como um geoparque, o geoparque "Terra de Cavaleiros". A sua geoquímica ultrabásica e a inerente raridade da flora torna-o num ícone do património natural português. O "encontro" entre a sua natureza silvestre e sua história recente inspiração e conceito de desenhar as propostas apresentadas para três diferentes níveis de intervenção: (1) o exterior do Centro de Informação, (2) a sua envolvente, e (3) o percurso pelo monte para apresentar e fruir a singularidade geológica e florística do sítio.

Descrição

Palavras-chave

Wilderness Monte Morais

Contexto Educativo

Citação

Castro, José (2012). A fruição do silvestre: o caso do monte Morais. Porto: Faculdade de Ciências. Dissertação de Mestrado em Arquitetura Paisagista

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Universidade do Porto, Faculdade de Ciências

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