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Os contos de H.C. Andersen: uma visão romântica da infância

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É objectivo desta comunicação reflectir sobre a relação entre o Romantismo e a Literatura Infantil, reconhecendo que esta ganhou um novo estatuto no polissistema literário, durante (e a partir de) este período histórico-cultural. O reconhecimento da literatura infantil pela chamada “literatura canónica” (e pelos seus teorizadores) será explicitado com base em dois grupos de razões. O primeiro deles diz respeito às transformações endossistémicas, ocorridas no estrito domínio literário, e o segundo às transformações exossistémicas, isto é, a todo o tipo de alterações ocorridas (quer no advento, quer durante o século XIX) fora do denominado sistema literário, mas que com ele estabelecem relações mais ou menos directas e evidentes. Visa-se, também, problematizar o “novo estatuto” concedido à criança por força das transformações ocorridas no / durante o Romantismo. A comunicação procurará justificar a seguinte afirmação: “O século XIX descobriu a criança.” Finalmente, pretende-se equacionar os dois aspectos referidos à luz da obra de H.C. Andersen, nomeadamente à luz dos seus contos e histórias que hoje incluímos no cânone da literatura para crianças.

Descrição

Palavras-chave

Romantismo Literatura Infantil Andersen Criança Contos

Contexto Educativo

Citação

Teixeira, Carlos (2008). Os contos de H.C. Andersen: uma visão romântica da infância. In 7.º Encontro Nacional, 5.º Internacional: Investigação em Leitura, Literatura Infantil e Ilustração. Braga: Universidade do Minho. p. 226-240

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