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Análise e identificação das antocianins do mirtilo da Madeira (Vaccinium padifolium) e do mirtilo dos Açores (Vaccinium cillyndraceum)

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Resumo(s)

Analisaram-se as antocianinas dos mirtilos da Madeira e dos Açores. Os pigmentos foram isolados por cromatografia líquida preparativa bi-dimensional (exclusão molecular vs fase reversa), e identificados por RMN (1H, CAPT, COSY, HSQC, HMBC). Em V. padifolium isolou-se e identificou-se a malvidina 3-rhamnósido, um pigmento muito raro, elevando para 26 o total de antocianinas já descritas nesta espécie (3 tri-glicósidos, 6 di-glicósidos e 17 monoglicósidos, das quais 5 são pigmentos novos. Há ainda alguns pigmentos que não puderam ser identiifcados, ou porque foram isolados em baixíssimas quantidades, ou porque se degradaram. Com base em dados cromatográficos e espectroscópicos, conclui-se que os frutos de V. cillyndraceum apresentam as mesmas antocianinas que V. padifolium mas ainda ficou um pigmento por identificar, que se degradou. Esta metodologia parece ser adequada para analisar misturas de antocianinas de matrizes alimentares muito complexas. Os mirtilos da Madeira e dos Açores apresentam um composição em antocianinas muito rica e variada em relação ao mirtilo comum, pelo que podem ser consideradas uma boa fonte alimentar de antocianinas e antioxidantes naturais.

Descrição

Palavras-chave

Antocianinas HPLC Mirtilo Vaccinium padifolium Vaccinium cillyndraceum Ericaceae

Contexto Educativo

Citação

Cabrita, Luis; Chaves das Neves, Higuinaldo (2003). Análise e identificação das antocianins do mirtilo da Madeira (Vaccinium padifolium) e do mirtilo dos Açores (Vaccinium cillyndraceum). In 6º Encontro Nacional de Química dos Alimentos. ISBN 972-9372-29-2

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