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Comportamento das empresas cotadas portuguesas na escolha das fontes de financiamento

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Resumo(s)

Em torno das decisões de estrutura de capitais surgem duas questões relevantes: será que a política de financiamento seguida pela empresa influencia a sua estrutura de capitais? Na vasta literatura sobre as decisões de estrutura de capitais identificam-se duas predominantes e competitivas correntes teóricas de capitais, sendo elas a teoria do Trade-off estático e a teoria da Pecking Order. Os percursores da teoria do Trade-off estático, defendem a existência duma estrutura de capitais óptima, que maximiza o valor da empresa (Myers e Robicheck, 1965). A teoria da Pecking Order surge com o estudo de Myers e Majluf (1984), no qual sugerem que as decisões de estrutura de capitais reflectem uma ordem hierárquica seguida na selecção de fontes de financiamento. Recentemente com o artigo de Baker e Wurgler (2002), surgiu a teoria do Market Timing, segundo a qual a estrutura de capitais da empresa é o resultado acumulado das tentativas passadas de temporização do mercado de acções pelos gestores. Assim, no presente artigo pretende-se identificar a predominância, de uma das teorias supra mencionadas, recorrendo à utilização de estimadores dinâmicos de painel.

Descrição

Palavras-chave

Determinantes da estrutura de capitais Teorias do trade-off Teorias do pecking order Teorias do market timing

Contexto Educativo

Citação

Rogão, Márcia (2007). Comportamento das empresas cotadas portuguesas na escolha das fontes de financiamento. Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários. ISSN 0874-1271. 28. p. 105-130

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