Repository logo
 
No Thumbnail Available
Publication

Escrever... como e para quê - práticas e conceções de crianças sobre escrita

Use this identifier to reference this record.
Name:Description:Size:Format: 
sanchesincte2017_resumos-1.pdf441.67 KBAdobe PDF Download

Advisor(s)

Abstract(s)

A partir de uma sequência de atividades realizadas no âmbito da prática de ensino supervisionada (PES) em contexto de educação pré-escolar, pretendemos analisar produções escritas das crianças e as suas conceções quer acerca dos critérios que usam para validar uma sequência gráfica como escrita, quer acerca das funcionalidades que atribuem ao texto escrito. Este trabalho funda-se numa linha de investigação sobre a problemática da emergência da escrita que, apesar de uma história relativamente longa, continua a ser desafiante para todos os profissionais envolvidos na educação das crianças. Faremos, por isso, uma breve revisitação da literatura de referência, explicitando tópicos relativos às conceções das crianças sobre a escrita (aquilo que escrevem ou leem, o que podem escrever/ler, como realizam atividades de escrita/leitura, por exemplo) e às funcionalidades que atribuem ao texto escrito, tanto no que se reporta à produção de texto como à sua receção. Trata-se de um estudo de caso, onde a recolha e análise de dados foi feita a par e passo com a intervenção realizada no sentido de otimizar um ambiente educativo e de aprendizagem promotor da apropriação da escrita (criando atividades em que o contacto com a linguagem escrita ocorre de forma contextualizada e significativa) e do envolvimento criativo e prazeroso com a leitura, bem como da reflexão (das crianças) acerca da escrita. Num processo de natureza qualitativa, recorrendo à análise de conteúdo, cruzam-se dados recolhidos por entrevista às crianças, com as suas produções e as notas de campo da educadora estagiária. Esta análise permite evidenciar que as crianças recorrem a vários critérios para validar uma sequência gráfica como escrita (algo que está escrito e que, por isso, se pode ler), referindo aspetos figurativos (identificação de determinados grafemas, por exemplo) e aspetos concetuais, usando critérios quantitativos e qualitativos. Mas recorrem também a critérios extralinguísticos, como seja a validação pela “autoridade” do adulto, evidente em enunciados como «É escrita porque foste tu que escreveste».

Description

Keywords

Criança Literacia emergente Escrita Conceções Funcionalidade

Pedagogical Context

Citation

Brito, Filipa Certal de; Sanches, Angelina; Teixeira, Carlos (2017). Escrever... como e para quê - práticas e conceções de crianças sobre escrita. In II Encontro Internacional de Formação na Docência: livro de resumos. Bragança

Research Projects

Organizational Units

Journal Issue

Publisher

Instituto Politécnico de Bragança

CC License