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Orientador(es)
Resumo(s)
As Organizações de Gestão de Destinos (OGD) têm-se tornando mais proeminentes no papel de responsáveis pelo desenvolvimento de destinos agindo como catalisadoras e facilitadoras na concretização do desenvolvimento turístico (Presenza & Sheehan, 2009; World Tourism Organization, 2007). A estas organizações compete o papel de intermediário na consolidação do vasto conjunto de produtos no destino e a sua distribuição eletrónica aos agentes de viagens, a outros intervenientes na distribuição e aos consumidores turísticos (World Tourism Organization, 2001).
O presente artigo pretende apresentar os principais contributos existentes na literatura sobre as oportunidades e os desafios que se colocam às OGD no que respeita à adoção tecnológica. Para além disso discute as especificidades de implementação de um Sistema de Gestão de Destinos como infraestrutura tecnológica destas organizações. O artigo permite concluir sobre o papel que as OGD devem assumir como intermediários e sobre a necessidade de acrescentar valor. Se as OGD aderirem ativamente ao negócio eletrónico podem acrescentar valor ao consumidor mas também aos fornecedores turísticos.
Descrição
Palavras-chave
Organizações de gestão de destinos Sistemas de gestão de destinos Tecnologia Destinos turísticos
Contexto Educativo
Citação
Martins, Catarina; Costa, Carlos Manuel Martins; Pacheco, Osvaldo Rocha (2014). Sistemas de gestão de destinos e a adoção tecnológica: desafios para as organizações de gestão de destinos. Revista Turismo e Desenvolvimento. ISSN 1645-9261. 21/22:2, p. 247-254
Editora
Universidade de Aveiro, Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial e Turismo
