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Alternativas sustentáveis: o caso das piscinas biológicas

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O presente trabalho visa explicar o funcionamento das piscinas biológicas, lagos construídos que imitam e recriam os processos ecológicos que ocorrem nos ecossistemas. Estas infra-estruturas são uma solução de engenharia natural, sendo, assim, espaços de lazer de baixo impacto ambiental. Ao contrário das piscinas convencionais, onde a depuração da água e o controlo das microalgas exigem produtos que apresentam toxicidade para os utilizadores e para um grande número de espécies selvagens, numa piscina biológica, tal como nos ecossistemas naturais, a purificação da água deve-se às interacções existentes entre plantas e microrganismos. Como não são adicionados produtos químicos à água ocorre uma colonização rápida por zooplâncton, macroinvertebrados e alguns vertebrados. Estes seres vivos vão complementar os processos mediados pelas plantas e pelos microrganismos. Á escala da paisagem, para além de aumentar a sua capacidade de retenção da água, estética e heterogeneidade, as piscinas biológicas, são habitats de “stepping-stone”, importantes para a conservação de espécies ameaçadas.

Descrição

Palavras-chave

Conservação da biodiversidade Piscinas biológicas Purificação da água Sustentabilidade ambiental

Contexto Educativo

Citação

Vieira, Danielle; Gurjão, Alinne; Geraldes, Ana Maria (2015). Zooplâncton: uma ferramenta para avaliar a qualidade ecológica de lagos e albufeiras em educação ambiental? In 7º Encontro de Educação Ambiental. Bragança: Instituto Politécnico. p. 77-90. ISBN 978-972-745-227-9

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