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A acessibilidade museológica: o caso do Museu do Abade de Baçal

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Autores

Martins, Cláudia

Orientador(es)

Resumo(s)

Este artigo tem por objetivo discutir a progressiva abertura dos museus a diferentes públicos, consubstanciada na atual questão da acessibilidade museológica. Segundo Dodd e Sandell (1998), os museus criam frequentemente obstáculos ao acesso dos visitantes, em especial daqueles com necessidades especiais. No conjunto destas barreiras colocadas à acessibilidade, destaca-se a acessibilidade sensorial, diretamente relacionada com as necessidades das pessoas cegas ou surdas que podem ser supridas por meio dos tradicionais audioguias ou dos modernos signo-guias, respetivamente. Estes guias museológicos cumprem uma importante função de mediação cultural, ao mesmo tempo que concretizam diversas dimensões de acessibilidade. Neste sentido, parte-se da caracterização do contexto museológico nacional para a caracterização dos museus do distrito de Bragança à luz das condições gerais de acessibilidade, terminando-se na análise do Museu do Abade de Baçal, em Bragança. Este serviu de mote para a realização de um diagnóstico das suas condições de acessibilidade e, baseadas nas conclusões retiradas, desenha-se um conjunto de propostas potenciadoras da acessibilidade museológica.

Descrição

Palavras-chave

Acessibilidade museológica Museus Audioguias Diagnóstico de acessiblidade Museu do Abade de Baçal

Contexto Educativo

Citação

Martins, Cláudia Susana Nunes (2013). A acessibilidade museológica: o caso do Museu do Abade de Baçal. Brigantia. ISSN 0870-8339. 32, p. 383-404

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