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Contar e escrever a vida: os géneros autobiográficos no programa de português do ensino básico

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Resumo(s)

Philippe Lejeune, fazendo notar que a falta de pontuação adequada é recorrente nos originais diários das jovens e que esta falta “obriga” a uma leitura rápida que se assemelha ao ouvir, postula que “le journal est à la place de la lettre, et la lettre à la place de la conversation. Aux autres on parle; quand ils ne sont plus là on leur écrit; quand on n’a plus personne à qui écrire on s’écrit à soi-même, et c’est ça le journal. Il peut garder trace de cette longue dérive depuis l’oral.” (Lejeune, 1993, p. 69). Num tempo em que os géneros autobiográficos ganharam “foros de cidade”, é objetivo desta comunicação analisar a presença dos géneros autobiográficos nos Programas de Português do Ensino Básico. Esta análise será cruzada com a leitura de textos autobiográficos, nomeadamente diários, preferencialmente destinados a um público leitor adolescente ou jovem – são exemplos: O diário cruzado de João e Joana e A Lua de Joana (casos, aliás, em que o registo epistolar tem uma particular relevância). Cruzando ainda a leitura destes textos com produções escritas de carácter autobiográfico (de alunos do Ensino Básico), pretende-se analisar marcas da oralidade que se evidenciam na prática textual diarística e, a partir da narração de experiências de vida pessoais, desenvolver nos alunos competências de escrita, possibilitando-lhes “explorar diferentes vozes e registos para comunicar vivências, emoções, conhecimentos, pontos de vista […]” (Programas de Português, 2009, p.128).

Descrição

Palavras-chave

Géneros autobiográficos Oralidade Escrita

Contexto Educativo

Citação

Teixeira, Carlos (2013). Contar e escrever a vida: os géneros autobiográficos no programa de português do ensino básico. In 10.º ENAPP: há conversa com os Programas de Português. O oral em interação com as outras competências. Lisboa

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