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Authors
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Abstract(s)
Esta comunicação coloca como objecto central de trabalho a produção diarística
portuguesa que, editada nas últimas décadas, se destina preferencialmente a um
público adolescente ou jovem, comparando-a (sempre que possível) com produções
estrangeiras que têm chegado ao mercado nacional. Procuramos, por um lado, definir
as especificidades genológicas que individualizam o diário destinado a esse público e,
por outro, problematizar o jogo de identidade(s) que essas produções diarísticas
manipulam e colocam em acção – se “identidade para um indivíduo é a definição de si
mesmo” (Lourenço, 2003: 88)1, a produção diarística para jovens coloca interessantes
reflexões sobre o sujeito e a sua auto-referencialidade, nomeadamente no âmbito da
(im)possível identidade entre autor e narrador/personagem. Dentro deste domínio,
ganham relevância os conceitos de “identidade” e “alteridade”, cuja problematização
nos levará a reflectir sobre a leitura deste tipo de textos como “veículos” de modelos
globalizados/globalizantes de cultura (juvenil).
1 Lourenço, E. (2003): Civilizações e conflito de identidades”. In: Globalização: ciência,
cultura e religiões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian e Publicações Dom
Quixote: 85-90.
Description
Keywords
Globalização Diário juvenil
Citation
Teixeira, Carlos (2011). O diário juvenil: identidade(s) e globalização. In Colóquio Internacional “Literatura Infantil e Mundo Globalizado”. Braga
Publisher
Universidade do Minho, Instituto de Educação