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Resumo(s)
O cineasta português João Canijo tem, desde "Sapatos Pretos", de 1998, cartografado o território português, através de filmes que pesquisam a vida interior das famílias em contextos diversificados. Com uma estrutura narrativa que segue o mesmo padrão, o realizador explora a violência como resultado de um trauma familiar, em que a posição da mulher é constantemente desafiada. Este texto pretende analisar esta problemática, em confronto com a discussão sobre uma representação cultural da identidade nacional e a confirmação de um discurso sobre Portugal, no interior destas narrativas, que remonta a uma ideologia salazarista. Para além disso, argumenta-se sobre a alteração gradual do paradigma estilístico da obra do realizador, culminando numa análise de "Sangue do Meu Sangue" e a sua eminente estética realista.
Descrição
Palavras-chave
Cinema português Identidade nacional João Canijo Realismo Estado Novo
Contexto Educativo
Citação
Ribas, Daniel (2014). Identidad y Violencia en el Cine de João Canijo. In Muñoz Fernández, Horacio; Villarmea Álvarez, Iván (org.) Jugar con la memoria – El cine portugués en el siglo XXI. Santander: Shangrila Textos Aparte. p. 52-77. ISBN 978-84-941753-4-3
