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Estabilização proteica de vinhos brancos por adição de manoproteínas e impacto na qualidade

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As proteínas, embora em reduzida concentração no vinho branco, podem ser fatores de instabilidade, e podem afetar a limpidez e/ou originar depósitos amorfos. Para prevenir a instabilidade proteica é tradicionalmente efetuada a colagem dos vinhos brancos com bentonite. Contudo, esta cola inorgânica apresenta algumas limitações, particularmente quando aplicada em doses elevadas. Neste contexto, foram avaliadas várias manoproteínas comerciais para a estabilização proteica dos vinhos, como possíveis alternativas à bentonite. Para o efeito caracterizaram-se onze manoproteínas, quanto à sua composição proteica e em açúcares. A sua eficácia foi avaliada relativamente ao seu potencjal de estabilização proteica, bem como ao seu efeito no potencial de acastanhamento, composição fenólica e nas características sensoriais do vinho.

Descrição

Palavras-chave

Vinho branco Estabilidade proteica Manoproteínas Bentonite Composição fenólica Características sensoriais

Contexto Educativo

Citação

Ribeiro, Tânia; Fernandes, Conceição; Nunes, Fernando M.; Filipe-Ribeiro, L.; Cosme, F. (2013). Estabilização proteica de vinhos brancos por adição de manoproteínas e impacto na qualidade. In 9º Simpósio de Vitivinicultura do Alentejo. Évora. p. 171-178

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